“Sem Fim” mostra um grande avanço na habilidade de Krzysztof Kieslowski como cineasta e contador de histórias diante de sua estréia.
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“A Cicatriz” é um filme morno para a estréia de um diretor tão competente.
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“Soul” é o incentivo moral que um ano peculiar como 2020 precisava.
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“Ma Rainey’s Black Bottom” pode não ser o melhor filme, mas uma excelente atuação de Chadwick Boseman faz dele um louvável encerramento.
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“Mank” é o filme antigo que 2020 provavelmente não precisava nem queria, mas que vem para agregar como o melhor do ano.
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“The Trial of the Chicago 7” traz Aaron Sorkin novamente na posição de diretor em um drama de tribunal que tem algo a dizer e sabe como.
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“The Matrix Revolutions” é o pior dos três, mas ainda é um pouco melhor que sua reputação bem negativa.
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“Wonder Woman 1984” é o filme que o hater esperava para poder continuar falando mal do Universo Expandido da DC.
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Facilmente a pior decisão de reboot e o pior filme do personagem Hellboy.
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“The Matrix Reloaded” é uma sequência inferior, mas não de todo mal como sua reputação popular costuma ditar.
