“Judas and the Black Messiah” só peca um pouco por ser vagaroso demais às vezes, mas permanece um dos melhores filmes do ano.
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“Godzilla vs. Kong” é surpreendentemente bom, considerando as tantas possibilidades de ser mais um erro como seu predecessor japonês.
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Realmente, “Central do Brasil” é um dos grandes filmes brasileiros de todos os tempos.
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“A Dupla Vida de Véronique” é diferente do esperado na forma como aborda seu tema, mas consegue ser muito satisfatório na alternativa.
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Embora não tão estupendo quanto a outra expansão de “Dekalog”, “Não Matarás” se mantém como um dos melhores trabalhos de Kieslowski.
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“Soul” é o incentivo moral que um ano peculiar como 2020 precisava.
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Outro grande trabalho dos Anos 2000 de Woody Allen, “Vicky Cristina Barcelona” traz atores e temas conhecidos em uma nova história.
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“Tenet” valeu a espera, ainda que não esteja entre os grandes trabalhos do diretor.
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“The Devil All the Time” é um dos melhores originais Netflix dos últimos tempos e um destaque no catálogo como um todo.
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Apesar de se estender demais, “Modern Family” ainda é uma ótima escolha para uma comédia.
