Um romance de guerra potencialmente bom, nada mais.
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O novo filme religioso de Martin Scorsese, que poderia ter sido um pouco mais breve em seu sermão.
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A continuação que o primeiro filme merecia.
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Original, engraçado e completamente insano. Uma ótima combinação em tempos de filmes de heróis cheios de fórmulas.
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A continuação dos fracassos do primeiro filme.
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Duas interpretações fortes alimentam os temas existenciais envolvidos na vida em família.
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Curiosamente, a história de uma ex-primeira dama tem muito a dizer. Principalmente, por conta da grande atuação de Natalie Portman.
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Os filmes do Oscar 2017 reunidos em um só lugar.
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Três histórias de sucesso num contexto que não poderia ser pior para os envolvidos.
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A surpresa é ver que essa produção entre França e Canadá consegue ser uma das piores animações de todas.
