Ser a tal experiência definitiva e quintessencial de James Bond mostra diversos pontos fortes, mas também alguns probleminhas aqui e ali.
Análises
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Ainda que o resultado seja agradável, este Faroeste peca por se prender muito à fidelidade de seu material de base.
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Não há nada como um bom Faroeste que só melhora com o tempo e uma segunda visualização.
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Com potencial para ser muito mais, este conto da Guerra Fria acaba ferido por um roteiro previsível.
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Mesmo com um roteiro que poderia ser um pouco melhor polido, esta é uma boa experiência do bom cinema do Noir.
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Falta de foco acaba sendo o grande mal desta obra, que em vez de desenvolver seus arcos acaba escolhendo não fazer nada de bom com nenhum deles.
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Pouca novidade é trazida à mesa, mas todo o conhecido conteúdo é executado com o cuidado de uma obra de Howard Hawks.
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Um excelente seriado de comédia nas primeiras quatro temporadas que, infelizmente, torna-se uma desculpa barata que se aproveita do amor dos fãs para seguir em frente.
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Outra surpresa que chamou pouca atenção, que parece pouco promissor, mas entrega boas atuações e humor de muito bom gosto.
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Uma aventura bizarra no Velho Oeste, repleta de simbolismos e alusões a religião, ao pecado e à natureza humana.
