Com potencial para ser muito mais, este conto da Guerra Fria acaba ferido por um roteiro previsível.
Análises Cinema
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Mesmo com um roteiro que poderia ser um pouco melhor polido, esta é uma boa experiência do bom cinema do Noir.
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Falta de foco acaba sendo o grande mal desta obra, que em vez de desenvolver seus arcos acaba escolhendo não fazer nada de bom com nenhum deles.
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Pouca novidade é trazida à mesa, mas todo o conhecido conteúdo é executado com o cuidado de uma obra de Howard Hawks.
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Outra surpresa que chamou pouca atenção, que parece pouco promissor, mas entrega boas atuações e humor de muito bom gosto.
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Uma aventura bizarra no Velho Oeste, repleta de simbolismos e alusões a religião, ao pecado e à natureza humana.
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Uma abordagem dos bastidores da mídia televisiva mostra ser também um poderoso drama, trabalhado por meio de um tocante e competente roteiro.
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Para quem odiou “Prometheus”, este é o retorno de Ridley Scott. Para os outros, é apenas outro grande filme de seu respeitável repertório.
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Apesar da inspiração no trabalho de outros cineastas, uma série de defeitos fazem com esta obra seja uma tremenda porcaria.
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Uma extraordinária viagem de nostalgia, de momentos que não voltam mais e de amor pelo cinema.
